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16/10/2017 - 14:30hs
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Receitas fiscais do Egito subiram 55%

País árabe obteve entradas de US$ 5 bilhões no primeiro trimestre do ano fiscal 2017/2018, que começou em julho. Estatais geraram US$ 906 milhões e IVA trouxe US$ 2,8 bilhões.



São Paulo - O Egito obteve 88,6 bilhões de libras egípcias em receitas, o equivalente a US$ 5 bilhões pela conversão atual, no primeiro trimestre do ano fiscal 2017/2018, segundo informações dadas por fonte do Ministério das Finanças do país árabe em coletiva de imprensa no domingo (15). O ano fiscal egípcio começou em julho e seguirá até o final de junho de 2018.

Khaled Desouki/AFP

Reformas impulsionam economia do Egito

Houve um aumento significativo nas entradas, de 55% sobre o mesmo período do ano 2016/2017, quando as receitas somaram 57 bilhões de libras egípcias (US$ 3,2 bilhões). “É 1% acima da receita fiscal projetada para o primeiro trimestre do ano fiscal atual", disse vice-ministro das Finanças para Políticas Fiscais, Amr Al-Mounir, aos jornalistas.

O Imposto sobre Valor Agregado (IVA) gerou 50,7 bilhões de libras egípcias (US$ 2,8 bilhões) e o Imposto de Renda (IR) 21,76 bilhões de libras egípcias (US$ 1,2 bilhão). Instituições e empresas estatais, como Autoridade do Canal de Suez, o Banco Central e a Egyptian General Petroleum Corporation, trouxeram 16 bilhões de libras egípcias (US$ 906 milhões) para o país.

O Egito vem tentando superar seus problemas econômicos enfrentados em decorrência de um período de instabilidade política e insegurança. No ano passado, o país começou um programa de reformas econômicas, com flutuação da moeda, cortes de subsídios à energia e aumento de impostos. O programa tem apoio do Fundo Monetário Internacional (FMI) e inclui desembolso de US$ 12 bilhões da instituição ao país árabe em um período de três anos. 

O ministro das Finanças do Egito também anunciou que o país pretende renovar um acordo de financiamento de US$ 2 bilhões com bancos internacionais, enquanto busca fontes alternativas de crédito, como a emissão de títulos da dívida. Segundo o ministro das Finanças do país, Amr Al-Garhy, o plano é vender US$ 4 bilhões em títulos em dólar e 1,5 bilhões de euros em títulos na moeda europeia, o que deverá acontecer no primeiro trimestre do ano que vem.

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