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01/11/2017 - 19:11hs
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Hotéis de Abu Dhabi recebem 7% mais turistas

Foram mais de 3,5 milhões de hóspedes de janeiro a setembro, segundo departamento de turismo do emirado. Expectativa é superar com folga os 4,4 milhões de turistas do ano passado.



Abu Dhabi – Os hotéis das três regiões do emirado de Abu Dhabi receberam mais de 3,5 milhões de hóspedes de janeiro a setembro deste ano, um aumento de 7% sobre os nove primeiros meses do ano passado, de acordo com informações publicadas pela Emirates News Agency (WAM) nesta quarta-feira (01).

O Departamento de Cultura e Turismo de Abu Dhabi tem expectativa de superar com facilidade a marca de 4,4 milhões de hóspedes do ano passado, até porque existem eventos com forte apelo turístico no último trimestre, como a abertura do museu Louvre Abu Dhabi, o Grande Prêmio de Abu Dhabi de Fórmula 1, ambos em novembro, e festivais de arte, gastronomia e música.

Somente em setembro, os 163 hotéis do emirado receberam 415.985 hóspedes nacionais e internacionais, um acréscimo de 5% sobre igual mês de 2016. Segundo a WAM, a taxa de ocupação nas três regiões do emirado – Al Dhafra, Al Ain e Abu Dhabi City – chegou a 69% no mês.

A agência de notícias dos Emirados Árabes destaca o aumento da visita de turistas chineses, 133% superior em setembro em relação ao mesmo mês do ano passado. As campanhas de marketing para divulgar Abu Dhabi ao país asiático têm dado resultado, uma vez que mais de 28 mil turistas chineses se hospedaram nos hotéis do emirado no mês.

“A China está tendo um crescimento excepcional para nós, que temos um objetivo de atrair 600 mil turistas chineses por ano ao emirado até 2021”, afirmou à agência Saif Saeed Ghobash, diretor-geral do departamento de turismo de Abu Dhabi.

Ainda assim, os indianos seguem como líderes no turismo em Abu Dhabi, com 33 mil visitantes ocupando quartos de hotéis no mês. Atrás da China, segunda colocada, aparece o Reino Unido. A WAM destacou o crescimento de dois países no mês: Estados Unidos, com alta de 30% na comparação com setembro de 2016, e Alemanha, cujo crescimento chegou a 20%.

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